
para D.
"O que é que eu posso contra o encanto
Desse amor que eu nego tanto
Evito tanto
E que no entanto
Volta sempre a enfeitiçar
Com seus mesmos tristes velhos fatos
Que num álbum de retrato
Eu teimo em colecionar."(Chico + Tom Jobim > 1968)
HISTÓRICO: Abandonar o amor não é tarefa fácil mesmo. Porque se um mergulho nas suas águas costuma ser inevitável, sair delas parece praticamente impossível, tarefa quase sobre-humana. E de onde tirar forças para vencer as correntes que puxam para o fundo? Não sei a resposta. Mas sei que não dá para ficar à deriva, quando o horizonte só mostra trovoadas e tempestades. Também não é o caso de ficar lutando contra as evidências, debatendo-se em desespero. Isso só gera fadiga, que leva ao afogamento ou nos induz a aceitar a bóia furada de novas promessas. Não seria, então, o momento de encarar os fatos, reconhecer as próprias forças (que pareciam perdidas) e analisar o desafio? Aí, é nadar até a praia ou levantar a mão para o salva-vidas.
HISTÓRICO: Abandonar o amor não é tarefa fácil mesmo. Porque se um mergulho nas suas águas costuma ser inevitável, sair delas parece praticamente impossível, tarefa quase sobre-humana. E de onde tirar forças para vencer as correntes que puxam para o fundo? Não sei a resposta. Mas sei que não dá para ficar à deriva, quando o horizonte só mostra trovoadas e tempestades. Também não é o caso de ficar lutando contra as evidências, debatendo-se em desespero. Isso só gera fadiga, que leva ao afogamento ou nos induz a aceitar a bóia furada de novas promessas. Não seria, então, o momento de encarar os fatos, reconhecer as próprias forças (que pareciam perdidas) e analisar o desafio? Aí, é nadar até a praia ou levantar a mão para o salva-vidas.





