
"Te perdôo
Por fazeres mil perguntas
Que em vidas que andam juntas
Ninguém faz
Te perdôo
Por pedires perdão
Por me amares demais
Te perdôo
(...)
Te perdôo
Por ergueres a mão
Por bateres em mim
(...)
Te perdôo
Por te trair."
(Chico > 1983)
HISTÓRICO: Essa canção sempre me encantou e intrigou ao tratar de desconfianças e traições, retratando uma relação doentia onde um dos amantes comete vários absurdos desnorteado por um ciúme atroz, enquanto o outro, ironicamente, perdoa tudo. Quando a insegurança começa a rondar as horas de quem ama, perde-se o rumo, o prumo, o senso, a alegria, a auto-estima, a vergonha... Mas, analisando o outro lado, como entender alguém que consegue tocar sua vida mesmo vendo o parceiro nesse processo de destruição? Amor não combina com isso. E se ele acabou, que tal um adeus? Macular um sentimento assim com atitudes tão vis é sacrilégio que deveria ser punido pelos deuses com anos e anos de solidão.
HISTÓRICO: Essa canção sempre me encantou e intrigou ao tratar de desconfianças e traições, retratando uma relação doentia onde um dos amantes comete vários absurdos desnorteado por um ciúme atroz, enquanto o outro, ironicamente, perdoa tudo. Quando a insegurança começa a rondar as horas de quem ama, perde-se o rumo, o prumo, o senso, a alegria, a auto-estima, a vergonha... Mas, analisando o outro lado, como entender alguém que consegue tocar sua vida mesmo vendo o parceiro nesse processo de destruição? Amor não combina com isso. E se ele acabou, que tal um adeus? Macular um sentimento assim com atitudes tão vis é sacrilégio que deveria ser punido pelos deuses com anos e anos de solidão.








