
“Vou voltar
Haja o que houver, eu vou voltar
Já te deixei jurando nunca mais olhar pra trás
Palavra de mulher, eu vou voltar
Posso até
Sair de bar em bar
Falar besteira e me enganar
Com qualquer um deitar
A noite inteira
Eu vou te amar.”(Chico > 1985)
HISTÓRICO: Ah, as contradições dos amantes... Quantos “estou indo” ditos, quando - na verdade - a vontade doida era de ficar? Por que o silêncio, quando - no fundo - queríamos gritar somente um “eu te amo”? Alguém escreveu nesses manuais de relacionamento que não se deve entregar assim, de cara, tudo o que sentimos sob o risco de sermos esnobados. Mas, espera aí! Dessa maneira, o amor não passa a ser tratado como um jogo? E de um jogo, espera-se o quê? Um vencedor. Parece-me, então, que a gênese de tantos romances fracassados esteja nesse equívoco. Na verdade, amar pede entrega, parceria e cumplicidade. Sem medo de adjetivos, exclamações e interrogações.
HISTÓRICO: Ah, as contradições dos amantes... Quantos “estou indo” ditos, quando - na verdade - a vontade doida era de ficar? Por que o silêncio, quando - no fundo - queríamos gritar somente um “eu te amo”? Alguém escreveu nesses manuais de relacionamento que não se deve entregar assim, de cara, tudo o que sentimos sob o risco de sermos esnobados. Mas, espera aí! Dessa maneira, o amor não passa a ser tratado como um jogo? E de um jogo, espera-se o quê? Um vencedor. Parece-me, então, que a gênese de tantos romances fracassados esteja nesse equívoco. Na verdade, amar pede entrega, parceria e cumplicidade. Sem medo de adjetivos, exclamações e interrogações.
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